VEREADOR DE CARUARU, ANDERSON CORREIA, ANUNCIA QUE VAI ACIONAR O MPPE E PEDIR PRISÃO DE HOMEM ACUSADO DE MATAR CACHORRO EM GRAVATÁ
terça, 08 de setembro de 2026
O vereador de Caruaru e Advogado animalista Anderson Correia anunciou que vai acionar o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para solicitar providências contra o homem acusado de agredir violentamente um cachorro, causando a morte do animal, na zona rural de Gravatá-PE.
O parlamentar passou a acompanhar o caso ao lado do Projeto Rabitos, após receber denúncias e pedidos de pessoas ligadas à causa animal, que manifestaram indignação diante da violência praticada contra o cachorro.
O suspeito chegou a ser preso após a repercussão do caso, mas acabou sendo colocado em liberdade depois de passar por audiência de custódia.
Segundo Anderson Correia, a intenção é levar o caso ao Ministério Público e solicitar a adoção das medidas consideradas cabíveis, incluindo um pedido de prisão do suspeito, diante das agressões que teriam resultado na morte do animal.
O vereador classificou o episódio como um ato de extrema crueldade e covardia, afirmando que a violência praticada contra o animal ultrapassou todos os limites.
A decisão tomada durante a audiência de custódia também provocou revolta entre pessoas ligadas à causa animal.
Para os defensores dos animais, o caso precisa receber a devida atenção das autoridades e uma resposta compatível com a gravidade dos fatos.
Mesmo exercendo seu mandato em Caruaru, Anderson Correia afirma que recebe denúncias e pedidos de apoio de pessoas de outras cidades que enfrentam situações relacionadas a maus-tratos contra animais.
O caso também levantou críticas de apoiadores da causa animal em relação à atuação dos vereadores de Gravatá.
Segundo essas pessoas, os representantes do município deveriam ter se manifestado publicamente e acompanhado o caso com maior atenção.
Em tom de crítica, alguns apoiadores chegaram a afirmar que, “se os animais pudessem votar nas eleições, com certeza os políticos de Gravatá já teriam se manifestado”.
O caso segue repercutindo e deve ser levado ao Ministério Público para análise das providências que poderão ser adotadas.

Plantão da Redação: Central de Notícias do Matuto “CNM”
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